Guia Cavalheiro para Espiões de Fóruns online (grupos na internet)

1. Técnicas da COINTELPRO para enfraquecimento, desorientação e controle de um fórum de internet

2. As Vinte e Cinco Regras da Desinformação

3. Oito Traços do Desinformante

4. Como Identificar um Espião (agente da COINTELPRO)

5. Dezessete Técnicas para Repressão da Verdade

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Técnicas da COINTELPRO para enfraquecimento, desorientação e controle de um fórum de internet.

Existem diversas técnicas para o controle e manipulação de um fórum de internet não importante o quê, ou quem está nele. Nós descreveremos cada técnica para demonstrar que um número mínimo de operantes podem ser usados para efetivamente conquistar o controle de um ‘fórum sem controle’.

Técnica #1 – ‘DESLIZAMENTO DE FÓRUM’

Se uma publicação muito sensível foi feita em um fórum, ela pode ser rapidamente removida da visão pública através do ‘deslizamento de fórum’. Através dessa técnica, um número de publicações são silenciosamente enviadas, permitindo que as publicações sensíveis “envelheçam”. Cada uma dessas publicações desorientadoras podem ser respondidas para iniciar um ‘deslizamento de fórum’. A segunda exigência é que se tenha várias contas falsas, que possam ser utilizadas para garantir que essa técnica não seja exposta ao público. Causar o ‘deslizamento’ da publicação crítica ao iniciar a operação é uma simples questão de utilizar cada conta, tanto as falsas quanto as reais, para responder com breves comentários de uma ou duas linhas. Isso traz as publicações não relacionadas ao topo, e as publicações críticas ‘deslizam’ até o fim da página principal. Mesmo que seja difícil ou até mesmo impossível censurar uma publicação, ela estará agora perdida num mar de publicações inúteis e não relacionadas. Dessa forma, torna-se bastante efetivo deixar os leitores ocupados com itens não relacionados.

Técnica #2 – ‘Quebrando consenso’

Uma segunda técnica altamente efetiva (na qual você pode ver em operação o tempo todo no site www.abovetopsecret.com) eh quebrando o consenso.Para desenvolver a quebra de consenso, a técnica a seguir é utilizada. Sob o disfarce de uma conta falsa é feita uma postagem que parece legítima e parece de verdade – mas o ponto crítico é que possui uma premissa muito fraca sem prova substantiva para sustentar o post. Assim que isso é identificado, usando contas falsas alternativas uma posição fortalecida a seu favor é lentamente introduzida ao longo do tempo da postagem. É IMPERATIVO que ambos os lados estejam inicialmente presentes, então o leitor desinformado não poderá determinar qual lado é verdadeiro. Com as postagens e respostas que são feitas, a evidência mais forte ou a desinformação a seu favor é lentamente ‘semeada’. Assim, o leitor desinformado tende a desenvolver a mesma posição que você, e se a posição deles for contra você, a oposição deles à sua postagem provavelmente será descartada. No entanto, em alguns casos em que os membros do fórum são altamente instruídos e podem combater sua desinformação com fatos reais e postagens veiculadas, você pode então ‘abortar’ o consenso, iniciando um ‘deslizamento de fórum’.

Técnica #3 – ‘DILUIÇÃO DE TÓPICO’

A diluição de tópicos não só é eficaz no deslizamento do fórum, mas também é muito útil para manter os leitores do fórum em questões não relacionadas e não produtivas. Esta é uma técnica crítica e útil para causar uma ‘QUEIMA DE RECURSO’. Ao implementar postagens contínuas e não relacionadas que distraem e interrompem (trolling) os leitores do fórum, elas são mais efetivas na hora de impedir qualquer produtividade real. Se a intensidade da diluição gradual for intensa o suficiente, os leitores irão parar de pesquisar e simplesmente entrarão no “modo de fofoca”. Nesse estado, eles podem ser facilmente desviados dos fatos em direção a conjunturas e opiniões desinformadas. Quanto menos informados eles são, mais eficaz e fácil se torna controlar todo o grupo na direção em que você deseja que o grupo entre. É preciso enfatizar que uma avaliação adequada das capacidades psicológicas e dos níveis de educação dos membros precisa ser determinada em um primeiro momento para definir qual o nível de insanidade pode ser utilizado.  Ser você se distanciar do tópico principal de uma forma rápida, pode desencadear uma censura por um moderador do fórum.

Técnica #4 – ‘COLETA DE INFORMAÇÕES’

A coleta de informações também é um método muito eficaz para determinar o nível psicológico dos membros do fórum e coletar informações que possam ser usadas contra eles. Nesta técnica, em um ambiente leve e positivo, uma postagem “entregue o meu, então, entregarei o seu” é iniciada. A partir do número de respostas e das respostas que são fornecidas, muitas informações estatísticas podem ser coletadas. Um exemplo é postar a sua ‘arma favorita’ e depois encorajar outros membros do fórum a mostrar o que eles têm. Nesta pergunta, pode ser determinada através das respostas a percentagem da comunidade / fórum que possui uma arma de fogo e / ou uma arma ilegal. Esse mesmo método pode ser usado colocando-se como um dos membros do formulário e publicando sua “técnica de operação” favorita. A partir das respostas, vários métodos que o grupo utiliza podem ser aplicados (como uma denuncia) e métodos eficazes desenvolvidos para impedi-los de continuar suas atividades.

Técnica #5 – ‘TROLLAGEM RAIVOSA’

Estatisticamente, há sempre uma porcentagem dos participantes do fórum que são mais inclinados à violência. Para determinar quem são esses indivíduos, é necessário apresentar uma imagem ao fórum para incitar deliberadamente uma forte reação psicológica. A partir disso, os mais violentos do grupo podem ser efetivamente destacados para localização reversa de IP e, possivelmente, rastreamento de fiscalização local. Para conseguir isso, só é necessário postar um link para um vídeo mostrando um policial local abusando massivamente de seu poder contra um indivíduo muito inocente.

Estatisticamente, dos cerca de 700 mil policiais no Brasil, há sempre um ou dois sendo pegos abusando de seus poderes e a gravação da atividade pode ser usada para fins de coleta de informações – sem a necessidade de “encenar” um vídeo de abuso falso. Este método é extremamente eficaz, e quanto mais abusivo o vídeo, melhor. Às vezes, é útil “liderar” o fórum respondendo à sua própria postagem com sua própria declaração de intenção violenta, e que você “não se importa com o que as autoridades pensam” inflamando o tópico. Ao fazer isso e não mostrar medo, fica mais fácil conseguir que os membros mais violentos e com intenção violenta do fórum escorreguem e postem suas reais intenções. Isso pode ser usado mais tarde em um tribunal de justiça durante uma acusação.

Técnica #6 – ‘GANHANDO CONTROLE TOTAL’

Também é importante se infiltrar e manobrar para conseguir uma posição de moderador do fórum. Uma vez obtida essa posição, o fórum pode ser controlado de forma eficaz e silenciosa, excluindo as publicações desfavoráveis – e pode-se eventualmente conduzir o fórum ao fracasso total e à falta de interesse do público em geral. Esta é a “vitória final”, já que o fórum não é mais participado pelo público em geral e não é mais útil para manter suas liberdades. Dependendo do nível de controle que você pode obter, você pode deliberadamente orientar um fórum para a derrota, censurando postagens, excluindo associações, flodagens e acidentalmente deixando o fórum offline. Por este método, o fórum pode ser rapidamente eliminado. No entanto, nem sempre é interessante matar um fórum, pois ele pode ser convertido em uma fonte para coletar e direcionar mal-intencionados / recém-chegados e, a partir deste ponto, ser completamente usado para o seu controle.

CONCLUSÃO 

Lembre-se que essas técnicas são apenas efetivas se os participantes do fórum NÃO TIVEREM CONHECIMENTO DELAS. Se tiverem ciência disso, a operação pode ser um completo fracasso, e o fórum pode tornar-se descontrolado. Nessa situação, outros caminhos devem ser considerados, como iniciar um processo legal para tentar fechar o fórum ou tirar do ar.

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As Vinte e Cinco Regras de Desinformação

Obs.: A primeira e últimas cinco (ou seis, dependendo da situação) regras não são geralmente habilidades necessárias para o artista desinformante. Essas regras são geralmente usadas mais diretamente por líderes ou figuras públicas, com o intuito de se disfarçar.

1. Não escute o mal, não veja o mal, não fale do mal. Independentemente do que você sabe, não discuta — especialmente se você for uma figura pública, âncora de noticiário, etc. Se não foi relatado, não aconteceu, e você nunca precisa lidar com os problemas.

2. Seja cético e indignado. Evite discutir problemas importantes e, em vez disso, foque em problemas secundários que podem ser usados para expor o assunto como sendo crítico a um grupo ou tema idolatrado.

3. Crie propagadores de boatos. Evite discutir problemas apenas descrevendo todas as acusações, independente da evidência ou local, como meros boatos e acusações absurdas. Esse método funciona especialmente bem com uma imprensa silenciosa, porque o único jeito pelo qual o público consegue ter ciência dos fatos é através de “boatos argumentáveis”. Se você consegue associar evidências contrárias às suas posições com a Internet, use esse argumento para estabelecer o conteúdo como ‘boato exagerado’ de ‘grupos da Internet’, o que pode não ser, de fato, verídico.

4. Use um homem de palha. Encontre ou crie um elemento aparente do argumento do seu oponente que você pode facilmente derrubar para ter uma boa aparência e o oponente parecer ruim. Ou crie um problema que você pode implicar com segurança, que exista baseado em sua interpretação dos argumentos / situação do oponente / oponente, ou selecione o aspecto mais fraco do grupo. Amplifique seu significado e destrua-os de uma forma que pareça desmascarar todas as acusações, reais e fabricadas, ao mesmo tempo evitando a discussão dos problemas reais.

5. Deixe seus opositores com xingamentos e ridicularização. Isso também é conhecido como o estratagema primário de “atacar o mensageiro”, embora outros métodos se qualifiquem como variantes dessa abordagem. Associe oponentes com títulos impopulares como ‘coxinha’, ‘direita’, ‘liberal’, ‘de esquerda’, ‘terroristas’, ‘fãs de conspiração’, ‘radicais’, ‘milícia’, ‘racistas’, ‘religiosos’ fanáticos’,’pedófilos’ e assim por diante. Isso faz com que os outros desistam do apoio por medo de obter o mesmo rótulo e você evita lidar com os problemas.

6. Bata e corra. Em qualquer fórum público, faça um breve ataque no seu oponente ou sobre a posição do oponente e então pule fora antes que uma resposta possa ser colocada em campo, ou simplesmente ignore qualquer resposta. Isso funciona muito bem em ambientes de Internet que possuem um fluxo constante de novas entradas e pode ser feito sem ter que explicar críticas ou seguir com um raciocínio – simplesmente fazendo uma acusação ou outro ataque, nunca discutir problemas e nunca responder qualquer resposta subsequente, pois isso dignifica o ponto de vista do oponente.

7. Motive a pergunta. Amplie qualquer fato que possa tirar o oponente para fora de uma agenda pessoal ou viés ideológico. Isso evita discutir questões profundas e força o acusador a ficar na defensiva.

8. Invoque a autoridade. Reivindique por si mesmo ou associe-se à autoridade e apresente seu argumento com “jargão” e “minúcia” suficientes para ilustrar que você é “alguém que sabe” e simplesmente diga que não é assim que se discute questões, sem  demonstrar concretamente o por quê ou citar fontes.

9. Se faça de idiota. Não importa qual evidência ou argumento lógico seja oferecido, evite discutir questões, exceto usar negações de que elas tenham qualquer credibilidade, que fazem qualquer sentido, forneçam qualquer prova, contenham ou façam um ponto, tenham lógica ou apoiem uma conclusão. Misture bem para ter o efeito máximo.

10. Associe as acusações do oponente com notícias antigas. Um derivado do homem de palha – geralmente, em qualquer questão de larga escala de alta visibilidade, alguém fará cobranças no início que podem ser ou já foram facilmente tratadas – um tipo de investimento para o futuro caso a questão não seja tão fácil – Quando for possível prever, faça com que o seu próprio lado elabore uma questão sobre o homem de palha e faça com que ele seja tratado logo no início, como parte dos planos iniciais de contingência. Encargos subseqüentes, independentemente da validade ou do novo terreno descoberto, geralmente podem ser associados à acusação original e descartados como sendo simplesmente uma repetição sem necessidade de abordar questões atuais – usando tópicos antigos onde outros membros já foram “refutados” – melhor ainda se o oponente estiver envolvido com a fonte original.

11. Estabeleça confiança com posições de reserva. Usando uma questão menor ou um elemento dos fatos, tome um caminho diferente e “confesse” com franqueza que algum erro inocente foi feito – que os oponentes aproveitaram a oportunidade para explodir tudo pra fora de e de repente, “simplesmente não é assim”. Outros perfis podem reforçar isso em seu nome, mais tarde, e até publicamente “pedir o fim do barraco” porque você já “fez a coisa certa”. Feito corretamente, isso pode angariar simpatia e respeito por “ficar limpo” e “assumir” seus erros sem abordar questões mais sérias.

12. Os enigmas não têm solução. Baseando-se no conjunto geral de eventos que cercam um crime e a multiplicidade de jogadores e eventos, pinte todo o assunto como complexo demais para ser resolvido. Isso faz com que aqueles que estão seguindo o assunto, comecem a perder interesse mais rapidamente, sem precisar resolver os problemas reais do tópico.

13. Lógica da Alice no País das Maravilhas. Evite discutir as questões raciocinando de trás para frente ou com uma lógica dedutiva aparente, que impede qualquer fato de ter continuidade.

14. Exija soluções completas. Evite os problemas exigindo que os oponentes resolvam completamente o crime, uma manobra que funciona melhor com problemas que se qualificam para a regra 10.

15. Ajuste os fatos para conclusões alternativas. Isso requer pensamento criativo, a menos que o tópico tenha sido planejado com conclusões e possua uma conclusão em vigor.

16. Desapareça com provas e testemunhas. Se não existirem, não é um fato e você não terá que resolver o problema.

17. Mude o assunto. Normalmente, em conexão com um dos outros pontos listados aqui, encontre uma maneira de acompanhar a discussão com comentários abrasivos ou controversos, na esperança de voltar a atenção para um tópico novo e mais gerenciável. Isso funciona especialmente bem com companheiros que podem ‘discutir’ com você sobre o novo tópico e polarizar a arena de discussão para evitar discutir questões mais importantes.

18. Emocione, antagonize e incite o oponente. Se você não pode fazer mais nada, repreenda e insulte seus oponentes e atraia-os para respostas emocionais que tendem a fazê-los parecer tolos e excessivamente motivados, e geralmente tornam seu material menos coerente. Você não apenas evitará discutir os problemas em primeira instância, mas, mesmo que a resposta emocional deles resolva o problema, você poderá evitar ainda mais os problemas, concentrando-se em como eles são “sensíveis às críticas”.

19. Ignore a prova apresentada, exija provas impossíveis. Esta é talvez uma variante da regra do “jogo mudo”. Independentemente de qual material possa ser apresentado por um oponente em fóruns públicos, reivindique o material irrelevante e exija prova que é impossível para o oponente passar (ela pode existir, mas não está à disposição, ou pode ser algo que é conhecido ser seguramente destruído ou retido, como a arma de um crime.) Para evitar completamente a discussão de questões, pode ser necessário que você negue categoricamente e seja crítico da mídia ou livros com fontes válidas, negue que as testemunhas sejam aceitáveis, ou mesmo negue que as declarações feitas pelo governo ou outras autoridades que tenham algum significado ou relevância.

20. Falsa evidência. Sempre que possível, introduza novos fatos ou pistas projetados e fabricados para entrar em conflito com as apresentações do oponente – como ferramentas úteis para neutralizar questões delicadas ou impedir a resolução. Isso funciona melhor quando o crime foi projetado com contingências para o propósito, e os fatos não podem ser facilmente separados das fabricações.

21. Chame um Grande Júri, um Promotor Especial ou outro órgão de investigação autorizado. Subverter o (processo) para o seu benefício e efetivamente neutralizar todos os assuntos sensíveis sem discussão aberta. Uma vez convocada, a evidência e o testemunho devem ser secretos quando tratados adequadamente. Por exemplo, se você é o dono do post público, ele pode garantir que um Grande Júri não ouça nenhuma evidência útil e que a evidência esteja selada e indisponível para os investigadores subseqüentes. Uma vez obtido um veredicto favorável, o assunto pode ser considerado oficialmente encerrado. Normalmente, essa técnica é aplicada para encontrar o inocente culpado, mas também pode ser usada para obter cobranças ao tentar enquadrar uma vítima.

22. Fabricar uma nova verdade. Crie seu próprio perito (s), grupo (s), autor (es), líder (es) ou influencie os existentes dispostos a forjar novos caminhos através de pesquisa ou testemunho científico, investigativo ou social que conclua favoravelmente. Dessa forma, se você realmente precisa resolver os problemas, pode fazê-lo com autoridade.

23. Crie distrações maiores. Se o acima não parece estar funcionando para distrair de questões sensíveis, ou para evitar a cobertura indesejada da mídia de eventos imparáveis, como ensaios, criar notícias maiores (ou tratá-los como tal) para distrair as multidões.

24. Desaparecer. Se você é um detentor de segredos ou se é excessivamente iluminado e acha que o calor está ficando muito quente, para evitar os problemas, desocupe a cozinha.

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Oito traços do desinformacionista

1) Evitar. Eles nunca realmente discutem os problemas de frente ou fornecem informações construtivas, geralmente evitando citações de referências ou credenciais. Em vez disso, eles simplesmente implicam isto, aquilo e aquilo outro. Praticamente tudo sobre sua apresentação implica sua autoridade e conhecimento especializado sobre o assunto sem qualquer justificativa adicional para a credibilidade.

2) Seletividade. Eles tendem a escolher cuidadosamente os oponentes, seja aplicando a abordagem hit-and-run contra meros comentaristas que apóiam os oponentes, ou concentrando ataques mais pesados nos principais oponentes que são conhecidos por abordar diretamente os problemas. Se um comentarista se tornar argumentativo com algum sucesso, o foco também mudará para incluir o comentarista.

3) Coincidência. Eles tendem a surgir de repente e um tanto coincidentemente com um novo tópico controverso sem registro prévio claro de participação em discussões gerais na arena pública em particular envolvida. Eles também tendem a desaparecer quando o tópico não é mais uma preocupação geral. Eles provavelmente foram dirigidos ou eleitos para estar lá por uma razão, e desaparecem com a razão.

4) trabalho em equipe. Eles tendem a operar em pacotes ou equipes autocongratulatórios e complementares. Naturalmente, isso pode acontecer naturalmente em qualquer fórum público, mas provavelmente haverá um padrão contínuo de intercâmbios freqüentes desse tipo em que os profissionais estão envolvidos. Às vezes, um dos jogadores se infiltra no campo do adversário para se tornar uma fonte para espalhar discordias ou outras táticas projetadas para diluir a força de apresentação do oponente. 

5) Anti-conspiratório. Eles quase sempre desprezam os “teóricos da conspiração” e, geralmente, aqueles que de alguma forma acreditam que a intervenção militar foi realmente um golpe. Pergunte a si mesmo por que, se eles têm tal desdém pelos teóricos da conspiração, eles se concentram em defender um único tópico discutido em um grupo com foco em conspirações? Pode-se pensar que eles ou tentariam enganar todo mundo em todos os tópicos, ou simplesmente ignorar o grupo que eles detêm com tanto desdém.

6) Emoções Artificiais. Um tipo estranho de emocionalismo “artificial” e uma pele extraordinariamente grossa – uma capacidade de perseverar e persistir mesmo diante de críticas e inaceitáveis avassaladoras. Isso provavelmente decorre do treinamento da comunidade de inteligência que, não importa o quanto condenem as evidências, negam tudo e nunca se tornam emocionalmente envolvidos ou reativos. O resultado líquido para um artista da desinformação é que as emoções podem parecer artificiais.

A maioria das pessoas, se reagir com raiva, por exemplo, expressará sua animosidade ao longo de sua refutação. Mas os tipos de desinformantes geralmente têm problemas para manter a “imagem” e são quentes e frios em relação às emoções que fingem. O seu estilo de comunicação geralmente mais calmo ou sem emoção. É apenas um trabalho, e eles muitas vezes parecem incapazes de “desempenhar seu papel com caráter”.

Com o respeito ganhado por ser uma pessoa grossa, nenhuma crítica irá dissuadi-los de fazer seu trabalho, e eles geralmente continuarão seus velhos padrões de desinformação sem qualquer ajuste às críticas de como é óbvio que eles jogam esse jogo – onde um indivíduo mais racional que realmente se importa com o que os outros pensam pode procurar melhorar seu estilo de comunicação, substância e assim por diante, ou simplesmente desistir.

7) Inconsistente. Há também uma tendência a cometer erros que traem seu verdadeiro eu / motivos. Isso pode se originar do fato de não se conhecer realmente o tópico no qual estão abordando, ou pode ser um tanto “freudiano”, por assim dizer, que talvez eles realmente torçam pelo lado da verdade no fundo.

Tenho notado que, muitas vezes, eles simplesmente citam informações contraditórias que se neutralizam. Por exemplo, um tal jogador alegou ser um piloto da Marinha, mas culpou suas pobres habilidades comunicativas (ortografia, gramática, estilo incoerente) por ter apenas uma educação primária. Não tenho conhecimento de muitos pilotos da Marinha que não têm diploma universitário. Outro alegou nenhum conhecimento de um tópico / situação em particular, mas depois reivindicou em primeira mão o conhecimento dele.

8) Constante de tempo. Recentemente descoberto, com relação aos grupos de notícias, é o fator de tempo de resposta. Existem três maneiras pelas quais isso pode funcionar, especialmente quando o governo ou outro jogador capacitado está envolvido em uma operação de encobrimento:

a) QUALQUER postagem por um proponente direcionado para a verdade pode resultar em uma resposta IMEDIATA. O governo e outros atores capacitados podem se dar ao luxo de pagar as pessoas para que se sentem ali e esperem por uma oportunidade de causar algum dano. DESDE QUE O DISINFORMANTE EM UM GRUPO ATUE APENAS SE O LEITOR VERIFICAR – É CHAMADA RESPOSTA RÁPIDA, ou o visitante do grupo pode ser influenciado pela verdade.

b) Ao lidar de maneiras mais diretas com um desinformacionista, como e-mail, onde a demora é maior – normalmente haverá um atraso mínimo de 48-72 horas. Isso permite uma discussão de equipe sobre estratégia de resposta para ter o melhor efeito e até mesmo tempo suficiente para “obter permissão” ou instrução de uma cadeia de comando mais formal.

c) No exemplo acima, também será visto que armas mais poderosas são usadas após o mesmo atraso de 48-72 horas – a abordagem  acontece especialmente quando o buscador de verdade, alvo ou seus comentários são considerados mais importantes em relação ao potencial para revelar a verdade. Assim, uma fonte séria com mais informações importantes seria atacada no meio tempo.

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Como identificar um espião (agente Cointelpro)

Uma maneira de neutralizar um ativista em potencial é fazer com que eles estejam em um grupo que faz todas as coisas erradas. Por quê?

1) A mensagem não sai.

2) Muito tempo é desperdiçado

3) O ativista está frustrado e desanimado

4) Nada de bom é realizado.

Informantes e Infiltrados do FBI e da Polícia infestarão qualquer grupo e eles terão organizações ativistas falsas estabelecidas.

Seu objetivo é impedir que qualquer movimento real por justiça ou paz ecológica se desenvolva nos grupos.

Os agentes vêm em pequeno, médio ou grande porte. Eles podem ser de qualquer etnia. Eles podem ser homens ou mulheres.

O tamanho real do grupo ou movimento que está sendo infiltrado é irrelevante. É o potencial que o movimento tem para se tornar grande que traz os espiões e sabotadores.

Este livreto lista as táticas usadas pelos agentes para retardar as coisas, sujar as coisas, destruir o movimento e vigiar os ativistas.

É tarefa do agente impedir que o ativista pare com o grupo, mantendo-o sob controle.

Em algumas situações, para obter controle, o agente dirá ao ativista:

“Você está dividindo o movimento.”

[Aqui, acrescentei as razões psicológicas do porque essa manobra funciona para controlar as pessoas]

Isso convida sentimentos de culpa. Muitas pessoas podem ser controladas pela culpa. Os agentes começam relacionamentos com ativistas por trás de uma máscara bem desenvolvida de “dedicação à causa”. Por causa de sua dedicação muitas vezes declarada (e ações destinadas a provar isso), quando eles criticam o ativista, ele ou ela – sendo verdadeiramente dedicado ao movimento – se convence de que, de alguma forma, qualquer problema é culpa deles. Isso ocorre porque uma pessoa verdadeiramente dedicada tende a acreditar que todo mundo tem uma consciência e que ninguém iria dissimular e mentir daquele jeito “de propósito”. É incrível o quão longe os agentes podem manipular um ativista porque o ativista constantemente inventa desculpas para o agente que regularmente declara sua dedicação à causa. Mesmo que suspeitem, ocasionalmente, do agente, eles vão puxar a lã sobre seus próprios olhos, racionalizando: “eles fizeram isso inconscientemente … eles realmente não quiseram dizer isso … eu posso ajudá-los a perdoar e aceitar” e assim por diante.

O agente dirá ao ativista:

“Você é um líder!”

Isto é projetado para aumentar a auto-estima do ativista. Sua admiração narcisista de suas próprias intenções ativistas / altruístas aumenta à medida que ele ou ela se identifica e conscientemente admira as declarações altruístas do agente que são deliberadamente criadas para espelhar as do ativista.

Isso é “pseudoidentificação maligna”. É o processo pelo qual o agente conscientemente imita ou simula certo comportamento para promover a identificação do ativista com ele, aumentando assim a vulnerabilidade do ativista à exploração. O agente simulará os autoconceitos mais sutis do ativista.

Ativistas e aqueles que têm autoconceitos altruístas são mais vulneráveis à pseudoidentificação maligna, especialmente durante o trabalho com o agente, quando a interação inclui matéria relativa à sua competência, autonomia ou conhecimento.

O objetivo do agente é aumentar a empatia geral do ativista pelo agente através da pseudo-identificação com os autoconceitos do ativista.

O exemplo mais comum disso é o agente que elogiará o ativista por sua competência, conhecimento ou valor para o movimento. Em um nível mais sutil, o agente simulará afetos e maneirismos do ativista que promovem a identificação via espelhamento e sentimentos de “geminação”. Não é inédito para os ativistas, enamorados pela percepção da utilidade e competência de um bom agente, encontrar-se considerando violações éticas e, talvez, até mesmo comportamentos ilegais, a serviço de seu agente / manipulador.

A “qualidade sentida de perfeição” do ativista [autoconceito] é aumentada, e um forte vínculo empático é desenvolvido com o agente por meio de sua imitação e simulação dos próprios investimentos narcísicos da vítima. [autoconceitos] Isto é, se o ativista souber, no fundo, sua própria dedicação à causa, projetará isso no agente que está “espelhando” eles.

O ativista será levado a pensar que o agente compartilha esse sentimento de identificação e vínculo. Em um contexto de ativismo / movimento social, os papéis adversários que os ativistas naturalmente desempenham em relação ao establishment / governo promovem processos contínuos de separação intrapsíquica para que “alianças de gêmeos” entre ativista e agente possam tornar indisponíveis em setores inteiros ou testes de realidade ao ativista. Eles literalmente “perdem o contato com a realidade”.

Os ativistas que negam seus próprios investimentos narcísicos [não têm uma boa idéia de seus próprios autoconceitos e que são conceitos] e conscientemente percebem a si mesmos (exatamente, por assim dizer) como “ajudantes” dotados de uma quantidade especial de altruísmo são extremamente vulneráveis à simulação afetiva (emocional) do agente realizado.

A empatia é fomentada no ativista através da expressão de afetos bem visíveis. A apresentação de choro, tristeza, saudade, medo, remorso e culpa, pode induzir um forte sentimento de compaixão ao ativista orientado para o ajudante, enquanto aumenta inconscientemente o investimento narcísico do ativista em si mesmo como a personificação da bondade.

A expressão do agente de tais afetos simulados pode ser bastante atraente para o observador e difícil de distinguir da emoção profunda.

Geralmente, ele pode ser identificado por dois eventos:

Primeiro, o ativista que analisou suas próprias raízes narcisistas e está ciente de seu próprio potencial para estar “emocionalmente viciado”, será capaz de permanecer calmo e não afetado por tais derramamentos emocionais pelo agente.

Como resultado dessa atitude irrefletida e fria, ocorrerá o Segundo evento: O agente recompensará muito rapidamente após uma expressão tão afetiva, deixando o ativista com a impressão de que “a peça terminou, a máscara caiu” e impostura, no momento, terminou. O agente então passará rapidamente para outro ativista / vítima.

O fato é que o movimento não precisa de líderes, precisa de MOVERS. “Siga o líder” é uma perda de tempo.

Um bom agente vai querer se reunir o mais rápido possível. Ele ou ela vai falar muito e dizer pouco. Pode-se esperar um ataque de longas discussões não resolvidas.

Alguns agentes assumem uma maneira agressiva, arrogante ou defensiva:

1) Interromper a agenda

2) Acompanhar a discussão

3) Para interromper repetidamente

4) Para fingir ignorância

5) Fazer uma acusação infundada contra uma pessoa.

Chamando alguém de racista, por exemplo. Essa tática é usada para desacreditar uma pessoa aos olhos de todos os outros membros do grupo.

Sabotadores

Alguns sabotadores fingem ser ativistas. Ela ou ele vai ….

1) Escrever panfletos enciclopédicos (nos dias atuais, sites)

2) Postar fontes apenas em inglês.

3) Fazer demonstrações em lugares onde ninguém se importa.

4) Solicitar financiamento de pessoas ricas em vez de apoiar as bases

5) Exiba banners com muitas palavras confusas.

6) Confundir problemas.

7) Forçar as demandas erradas. Comprometendo o objetivo principal do grupo.

9) Ter discussões intermináveis que desperdiçam o tempo de todos. O agente pode acompanhar as intermináveis discussões sobre beber, fumar maconha ou outro tipo de diversão para desacelerar o trabalho do ativista.

Provocadores

1) Quer estabelecer “líderes” para configurá-los para uma queda, a fim de parar o movimento.

2) Sugere fazer coisas tolas e ilegais para causar problemas aos ativistas.

3) Encoraja a militância.

4) Quer insultar as autoridades.

5) Tenta fazer com que o ativista comprometa seus valores.

6) Tentativa de instigar a violência. O Ativismo deve ser sempre não violento.

7) Tentativa de provocar revolta entre pessoas que estão mal preparadas para lidar com a reação das autoridades a tal violência.

Informantes

1) Quer que todos se inscrevam em links privados e assinem tudo.

2) Fazem um monte de perguntas (coleta de dados).

3) Quer saber em quais eventos o ativista está planejando participar.

4) Tente fazer o ativista defender-se para identificar suas crenças, objetivos e nível de comprometimento.

Recrutamento

Ativistas legítimos não submetem as pessoas a horas de diálogos persuasivos. Suas ações, crenças e metas falam por si.

Grupos que recrutam são missionários, militares e partidos políticos falsos ou movimentos criados por agentes.

Vigilância

SEMPRE suponha que você está sob vigilância.

Neste ponto, se você não estiver sob vigilância, você não é um bom ativista!

Táticas de susto

Eles as usam.

Tais táticas incluem calúnias, difamação, ameaças, aproximando-se de ativistas descontentes ou minimamente comprometidos para persuadi-los (através de táticas psicológicas descritas acima) a se voltar contra o movimento e dar falso testemunho contra seus antigos compatriotas. Eles vão plantar substâncias ilegais no ativista e montar uma prisão; eles plantarão informações falsas e estabelecerão “exposição”, eles enviarão cartas incriminadoras [e-mails] em nome do ativista; e mais; eles farão tudo o que a sociedade permitir dentro da lei.

Este livreto não cobre de maneira nenhuma as maneiras pelas quais os agentes usam para sabotar as vidas de ativistas de verdade.

Se um agente for “exposto”, ele ou ela será transferido ou substituído.

O COINTELPRO ainda está em operação hoje com um nome de código diferente. Já não é colocado no papel, onde pode ser descoberto através do ato de liberdade de informação.

O propósito declarado do programa de contrainteligência do FBI: expor, perturbar, desviar, desacreditar e neutralizar os indivíduos que o FBI categoriza em oposição aos interesses nacionais. “Segurança Nacional” significa a segurança do FBI por parte do povo, sempre descobrindo as coisas cruéis que ele faz, violando as liberdades civis das pessoas.

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Dezessete Técnicas para a Supressão da Verdade

Alegações fortes e credíveis de atividades criminosas de alto nível podem derrubar um governo. Quando o governo não dispõe de uma defesa efetiva e baseada em fatos, outras técnicas devem ser empregadas. O sucesso dessas técnicas depende muito de uma imprensa cooperativa e complacente e de um mero partido de oposição simbólico.

1. Parabéns. Se não for reportado, se não é novidade, isso não aconteceu.

2. Encerrar indignada. Isso também é conhecido como “Como você se atreve?”.

3. Caracterizar as acusações como “rumores” ou, melhor ainda, “rumores malucos”. Se, apesar do apagão das notícias, o público ainda é capaz de aprender sobre os fatos suspeitos, só pode ser através de “rumores”. (Se eles tendem a acreditar nos “rumores”, deve ser porque eles são simplesmente “paranoicos” ou “histéricos”).

4. Derrube os líderes de debates. Lidar apenas com os aspectos mais fracos. Melhor ainda, crie seus próprios líderes de debates. Invente rumores malucos (ou fale histórias falsas) e dê a eles o jogo principal quando você parecer desmascarar todas as acusações, reais e fantasiosas.

5. Chame os céticos de nomes como “teórico da conspiração”, “maluco”, “doente mental”, “doido”, “pirado” e, é claro, “boicotador”. Certifique-se, também, de usar verbos e adjetivos altamente carregados ao caracterizar suas acusações e defender o governo “mais razoável” e seus defensores. Você deve, então, evitar cuidadosamente um debate justo e aberto com qualquer pessoa que você tenha difamado. Por segurança, configure seus próprios “céticos” para abater.

6. Motivos de impugn. Tente marginalizar os críticos sugerindo fortemente que eles não estão realmente interessados na verdade, mas estão simplesmente perseguindo uma agenda política partidária ou estão dispostos a ganhar dinheiro (em comparação com os adeptos excessivamente compensados à linha do governo que, presumivelmente, não estão).

7. Invoque a autoridade. Aqui, a imprensa controlada (sites de fake news) e a oposição simulada (influenciadores do governo nas redes sociais) podem ser muito úteis.

8. Dispensar as acusações como “notícias antigas”.

9. Reconhecer os próprios erros. Isso também é conhecido como “confissão e evitação” ou “uso da rota de bate papo limitada”. Dessa forma, você cria a impressão de franqueza e honestidade enquanto admite apenas erros relativamente inofensivos e menos criminosos. Este estratagema requer frequentemente o abraço de uma posição de recuo bastante diferente da originalmente adotada. Com um controle de danos efetivo, a posição de resgate só precisa ser vendida por céticos estúpidos sobre temas cuidadosamente limitados.

10. Caracterize os crimes como incrivelmente complexos e a verdade, em última instância, inquestionável.

11. Razão para trás – usando o método dedutivo com uma vingança. Com uma dedução rigorosa, as evidências incômodas são irrelevantes. Por exemplo. Nós temos uma imprensa completamente “livre”. Se houver evidência de que a nota de “facada fake” de Bolsonaro foi forjada, eles teriam relatado isso. Eles não relataram isso, então não há tal evidência. Outra variação sobre esse tema envolve a probabilidade de um vazador de conspiração e uma imprensa que relataria o vazamento.

12. Exija que os céticos resolvam o crime completamente. Por exemplo. Se Bolsonaro foi esfaqueado, quem mandou fazer isso e por quê?

13. Mude o assunto. Essa técnica inclui criar e / ou divulgar distrações.

14. Relate levemente fatos incriminatórios, e então não faça nada com  eles. Às vezes, isso é chamado de geração de relatórios “colisão e execução”.

15. Mentira descarada. Uma maneira favorita de fazer isso é atribuir os “fatos” ao público para uma fonte plausível, mas anônima.

16. Expandindo ainda mais os números 4 e 5, faça seus próprios escândalos e defenda causas populares. Seu trabalho é antecipar oponentes reais e jogar o jogo sobre um tema que está em alta. 

17. Inunde a Internet com agentes. Esta é a resposta para a pergunta: “O que poderia motivar uma pessoa a gastar hora a hora em grupos de notícias na Internet defendendo o governo e / ou a imprensa e assediando críticos genuínos?” As autoridades não têm defensores suficientes em todos os jornais, revistas, rádio e televisão? Alguém pode pensar que apenas o que aparece na grande mídia e órgãos do governo são oficiais e suficiente, mas, obviamente, não é.


Tradução adaptada para Português, BR.

Original:

https://pastebin.com/irj4Fyd5

Uma resposta para “Guia Cavalheiro para Espiões de Fóruns online (grupos na internet)”

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